Dia de Santo Antônio, considerado o santo casamenteiro, é dia 13. Em seguida, vem São João 24 e São Pedro 29.
No Brasil, lá nas bandas do nordeste, as festas são famosas, como de Caruaru, Campina Grande, (que esse ano está chovendo muito), mas os festeiros estão preparados para o que “der e vier” e centenas de lugares que festejam os seus santos de devoção.
E as tradições continuam, enquanto que em outras regiões pouco são lembradas. A quadrilha é o ponto alto das festas. A fogueira não pode faltar e os “comes e bebes”, como: quentão canelinha, pipoca, batata doce e canjiquinha que estão sempre presentes, sem contar com os fogos de artifícios que deixam o céu mais estrelado. Também é dia de ver a sorte e achar o seu pretendente.
Não é questão de ser saudosista, mas eu gosto dessa frase: “Eu era feliz e não sabia!”; que cabe em vários seguimentos nos dias de hoje, principalmente, relembrando as festas juninas.
Quantas saudades dos tempos que não voltam mais, os dias em que se comemorava essas festas juninas, festas de arrombas, como se dizi antigamente.
Taubaté como uma cidade tradicional, não pode deixar morrer esta festa tão importante em nosso calendário. Temos uma avenida coberta de dar inveja a muitas cidades grandes, está tudo pronto, gente que conhece de folclore é o que não falta nessa terra abençoada por Lobato, é só por o time em campo e festejar.
Para matar a saudade, uma letra da música vencedora que compus e que aborda esse tema, intitulada “Santo de Devoção”.
Eu venho lá da cidade
Pra curtir o meu sertão
Vou dançar muita quadrilha
Com sanfona e violão
Tem batata quente e doce
Canjiquinha e pinhão
Um céu todo enfeitado
De foguete e de balão
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Vou pular fogueira
Vou beber quentão
Na festa de Santo Antônio bis
Santo Pedro e Santo João
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Vou dançar o arrasta-pé
Até o dia clarear
Vou ficar com a cabocla
Mais bonita do arraia
Já escrevi um bilhetinho
Pro santo de devoção
O seu nome é Rosinha
Dona do meu coração.