Eita, como é bom o verão. Adoro o calor, sol, céu azul sem nuvem, piscina, praia, sorvete, água gelada e chega à noite, ah que delícia, criançada na rua, você está animado a sair, as ruas estão cheias, os bares, restaurantes, pizzarias tudo lotado (para alegria dos comerciantes), os shoppings, enfim…todo mundo feliz, sorrindo, é vida pulsando, a noite vibrando, adrenalina alta, alegria, namoros acontecendo…Uau!
Adoro verão!
É? Certeza?
Espera aí, vamos falar sério…tá calor demais, tá faltando chuva, umidade no ar.
O corpo melado, a preguiça, moleza, mal estar, garganta seca e para muitos a danada da pressão baixa.
Vem a noite e como fazer pra dormir? Pode colocar ventilador de chão, de teto, umidificador, caneca cheia de agua, bacia de agua, balde de agua, tomar banho frio, gelado, o que for. O suor vem de qualquer jeito e como conseguir dormir? Você vira pra lá e pra cá, o corpo gruda na cama e você levanta pra lavar o rosto e tomar água gelada, volta pra cama e o suor continua a escorrer.
O ventilador ajuda, no máximo, para espantar aqueles danados pernilongos (para ser bem educado), ah que vontade de pegar um por um e amassar com muito prazer entre os dedos.
E quando de manhã, finalmente, o alarme toca, você levanta mas, os olhos se recusam a permanecer abertos. Você está suado e cansado da noite mal dormida.
Calor é bom para estar na praia, piscina, na sombra tomando um delicioso sorvete.
Mas, pra trabalhar? Ah, faz favor, né?
A não ser que você seja um privilegiado e trabalhe em um ambiente com ar condicionado, está ferrado nesse calorão todo.
O mal humor vem, a moleza, vontade de entrar na geladeira e não sair mais.
Na hora do almoço, como ter apetite pra comer?
Na parte da tarde, parece que o sol se aproximou ainda mais. Parece que está poucos metros acima de nossas cabeças. Quem aguenta?
Se você não derreteu de vez no calorão, vai ver com alívio o fim de tarde se aproximando e as imensas nuvens escuras se formam anunciando uma chuva torrencial. Mas, a cada 150 vezes que vejo a ameaça da chuva, em 149 não chove. Pelo menos, em Taubaté. E, para piorar, na única que chove, é tempestade com os temíveis raios, vento forte e, recentemente, até o tal do granizo que o meu amigo “seu Zé” chama de granito.
A tempestade vem, faz o estrago, vai embora e o calorão volta com tudo.
Lá vem mais uma noite no forno.
E até já estou com saudades daquele friozinho.
Aquele verão
fev 07, 2019Bruno FonsecaCrônicas e Contos do EscritorComentários desativados em Aquele verãoLike
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